Oi,  gente! Eu sou Aline Souza, mãe de Cauê, psicóloga,  professora e mentora do método BellyMamãe. Gostaria de compartilhar com vocês como está sendo minha experiência como professora do BellyMamãe em Aracaju.

BellyMamãe integrando a equipe da Unidade Básica de Saúde.

Eu já comentei aqui o quanto a maternidade transformou minha vida. Não foi somente o corpo que mudou, nem somente as noites,  os amigos, a rotina, mas,  sobretudo,  minha forma de pensar, meus interesses e principalmente minha empatia a outras mulheres.

Foi graças a Cauê que eu comecei a estudar sobre a Psicologia da Gravidez,  parto e puerpério. Que fui ser doula voluntária na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes. E que tive a oportunidade de vivenciar o BellyMamãe.

Foi graças a ele e ao nosso intenso puerpério que eu mergulhei, morri e renasci outra mulher.

A psicologia perinatal e o BellyMamãe surgiram nesse momento me dando suporte para enfrentar essa crise de identidade tão presente no puerpério.

Me tornar mentora e, em seguida, professora do método foi uma oportunidade de levar à outras mulheres uma maternidade mais leve, com mais empatia, vinculação e amor.

Este ano eu iniciei um novo trabalho como Psicóloga compondo a equipe do NASF ( Núcleo de apoio à saúde da família) e graças ao apoio e incentivo de meus colegas, pude levar o BellyMamãe para usuárias de uma Unidade básica de Saúde de Aracaju.

Registro da conversa inicial da aula de BellyMamãe no NASF.

Eu posso dizer a vocês que foi maravilhoso ver o sorriso no rosto delas. Proporcionar um momento de cuidado, conexão, empoderamento e vinculação com seu bebê. Levar a arte,  a dança, o acolhimento aonde não costuma ter espaço para isso. Promover saúde e espalhar sorrisos.

O BellyMamãe cura. Cura mães, pais, bebês, famílias, vínculos, afetos.

O BellyMamãe me cura.

Gratidão, Liana, Sofia e Uelton por esse projeto transformador.